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| Informações Gerais Curso de Teologia Tendo recebido a autorização de funcionamento por parte do Ministério da Educação (portaria no 264, de 19 de junho de 2006), os cursos regulares oferecidos pelo Departamento de Teologia passaram, desde então, a ter caráter tanto civil quanto eclesiástico. O reconhecimento pela Santa Sé – Estado do Vaticano foi obtido já quando da criação do curso em 1949. Neste ano comemoramos, pois 60 anos da Faculdade Eclesiástica de Teologia. Em geral, há convergência nas características dos cursos civil e eclesiástico. Quando não for esse o caso, as diferenças serão assinaladas. O currículo completo do curso de Teologia compreende três ciclos. O 1o ciclo, Graduação ou Bacharelado, com duração normal de quatro anos (três anos no caso do Bacharelado eclesiástico, que não inclui o ano de créditos filosóficos), leva o aluno, uma vez cumprido o período de créditos filosóficos, a um conhecimento básico dos diversos campos da Teologia. O 2o ciclo, Mestrado, com duração normal de dois anos, visa a especializar o aluno em determinada área da Teologia, encaminhando-o para uma investigação científica mais aperfeiçoada. O 3o ciclo, Doutorado, com duração mínima de dois anos, requer do aluno, além de completa maturidade científica, adquirida através dos mais variados exercícios, certa experiência didática e um trabalho de investigação que traga algo de novo no campo da ciência teológica. Os cursos de Mestrado e Doutorado propõem-se ainda formar professores de nível universitário. Primeiro Ciclo – Graduação (Bacharelado) Apresentação: O curso visa a formar os estudantes nas disciplinas teológicas e outras disciplinas conexas mediante preparação científica que os capacite para a investigação na Teologia, o exercício do magistério e outras tarefas especializadas. Trata-se da Teologia entendida como discurso sistemático, crítico e hermenêutico sobre a fé cristã vivida conforme a práxis da Igreja Católica. Contudo, o caráter confessional não se opõe a uma visão e atitude ecumênicas, já que o estudo sistemático da práxis católica contribui para o diálogo ecumênico, no sentido de aprofundar o que pertence à “fé comum” e de articular a pluralidade na interpretação teórica e prática. Como Teologia cristã (católica), esta formação se diferencia de outras ciências, especialmente da Ciência da Religião, que não estuda especificamente a fé cristã. Como formação teórica, diferencia-se da formação prática para o serviço ministerial, embora articulada com este. Como formação básica, diferencia-se do estudo teológico-científico especializado próprio do Mestrado e Doutorado. O currículo do Bacharelado baseia-se na convicção de que a práxis vivida pela comunidade da fé em Jesus Cristo desde as suas origens – o “fato cristão” – é o acesso à manifestação específica de Deus que constitui o objeto do estudo teológico cristão. Este ponto de partida articula dois lugares teológicos principais: a) as fontes históricas da fé cristã, o Evento Jesus Cristo, com sua preparação no povo de Israel e seu desdobramento na vida da Igreja (teologia histórico-sistemática); b) a vida da comunidade cristã, como resultante do acima, em meio aos desafios do mundo atual (práxis cristã). Esta dupla dimensão é levada à consciência desde o início do curso, mediante uma descrição do “Fato Cristão”, que proporciona a impostação própria do curso. A partir dessa intuição básica, o currículo desdobra-se segundo a organização clássica do estudo teológico. Em cada semestre há uma matéria como enfoque central, ao redor do qual se agrupam, com certa afinidade, na medida do possível, as outras matérias. As tradicionais distinções entre teologia positiva e especulativa, sistemática e prática são relativizadas, como se evidencia nas considerações a seguir. “Da fé para a fé” (Rm 1,17) é a trajetória que se segue. Entenda-se a fé como práxis, a fé vivida, em todas as suas dimensões (subjetiva, objetiva, teórico-doutrinal, prática, pastoral etc.). Essa trajetória pode também ser resumida no lema: “Da práxis para a práxis”, entendendo-se a práxis não como prática externa, mas como interpretação-no-agir de uma intuição ou pré-compreensão de um sentido fundamental indicado pelo Evento Jesus Cristo. Propõe-se, portanto, um pensar circular. Não, porém, um círculo fechado, e sim uma espiral aberta, tendo continuamente diante dos olhos a práxis fontal (assinalada nas “fontes da Revelação” e nos lugares teológicos da história atrás de nós); e a práxis que continuamente se projeta como afazer – história como tarefa – na teologia prática. Entre esses dois pólos, que são duas figuras de uma mesma manifestação de Deus entre nós, desenvolve-se o pensamento da Teologia sistemática procurando verbalizar de modo crítico o significado universal daquilo que Deus fez, faz e fará conosco, em Cristo. |
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• LA DOLCE VITA DE F. FELLINI
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Corpo Docente Graduação Pós-Graduação
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